Equipe da CPI da Pandemia vai trabalhar durante o recesso parlamentar

Foto: Pedro França/Agência Senado

A CPI da Pandemia entra em recesso parlamentar a partir desta segunda-feira. Nesta sexta-feira já não houve depoimentos. Mas a Comissão Parlamentar de Inquérito vai continuar trabalhando. Mesmo sem depoimentos de testemunhas ou investigados, a equipe técnica da CPI terá atividades, como informou o vice-presidente da comissão, senador Randolfe Rodrigues (REDE-AP).

Entre os documentos que serão analisados durante o recesso, Randolfe citou as quebras de sigilo bancário, fiscal e telemático, principalmente da empresa Precisa Medicamentos. Também podem acontecer diligências durante o recesso, que é quando membros da CPI vão até o depoente. É o caso do ex-governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, em que senadores iriam ouvi-lo, e a diligência foi até marcada, mas acabou adiada para antecipar outros depoimentos.

Para a retomada das audiências no dia 3 de agosto, dois nomes são tidos como prioritários: um deles é Francisco Maximiano, dono da Precisa Medicamentos. O depoimento de Maximiano estava previsto para a última quarta-feira, mas foi adiado por falta de tempo hábil. O outro depoente aguardado é o deputado federal Ricardo Barros (PP-PR), que teria feito nomeações no Ministério da Saúde. O próprio parlamentar vem pedindo para ser chamado pela comissão.

Lembrando que esta semana, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, assinou a prorrogação da CPI da Pandemia por mais 90 dias. Assim, os trabalhos devem seguir até outubro. Mas, segundo Randolfe Rodrigues, a conclusão pode acontecer ainda em setembro, caso seja apresentado o relatório final.

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