Não existe interesse em lucrar com violência, diz representante da Meta

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Foto: Reprodução

É preciso transformar as escolas num lugar de esperança. Não de medo. A avaliação é do secretário nacional de Acesso à Justiça, Marivaldo Pereira, e foi feita durante audiência pública no Senado. Ele ainda reafirmou: policiais armados nas unidades de ensino não é a solução para o problema.

E a mobilização nesse sentido precisa ser feita em conjunto com a sociedade. O presidente do Conselho Federal de Psicologia, Pedro Paulo Bicalho, trouxe um dado: foram nove ataques só nos últimos oito meses. Justamente por isso, esse assunto deve ser prioridade.

Dentro dessa questão das redes sociais, um dos pontos de consenso na Comissão de Segurança Pública, onde ocorreu a audiência, é sobre a regulação. É preciso ter o controle, o monitoramento, mas como fazer com que pais, muitas vezes analfabeto digitais, fiscalizem o que os filhos fazem no celular nas horas vagas? Quais os parâmetros para isso?

Esse, inclusive, foi o questionamento do senador Ângelo Coronel, autor do requerimento para a audiência.

As plataformas também foram cobradas. A representante da Meta no Brasil, Mônica Guise falou que a empresa agiu rapidamente no caso de Blumenau para tirar o perfil do autor do ataque do ar e negou que haja lucro com esse tipo de conteúdo.

A comissão ouviu ainda representantes do Google e de entidades educacionais.

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